domingo, 28 de abril de 2013

I Spy

"I Spy" its a great game to promote vocabulary.


É um jeito muito divertido de pais e professores testarem/ensinarem vocabulário com seus alunos/filhos.

Consiste em fazer começar a frase: "I spy with my little eyes ...... a blue bird"  e vá substituindo por qualquer coisa que sua vista alcance. 

Use sempre vocabulário fácil e que eles já conheçam. Você pode também ir descrevendo (em inglês) o item que quer que eles achem.

Na sala fica super divertido e ensina a percepção do ambiente, as pequenas coisas que estão lá e no dia a dia eles não veem.

No Pinterest tem boas ideias de garrafas no estilo I Spy. 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Simple Activities

Fui apresentada ao Pinterest pela coordenadora da minha escola. Viciei.

Toda hora estou no site buscando novas ideias e inspirações. Para professores é ótimo e para as mamães também. Dá umas boas ideias do que fazer com os kids em casa sem gastar rios de $$. As inspirações normalmente são feitas com coisas que temos em casa.

E posso falar? As crianças gostam muito mais de brincar com esses itens domésticos do que com os caríssimos brinquedos da Fisher Price.

Abaixo algumas das ideias que coloquei em prática. Algumas eu adaptei à idade dos meus pequenos e outras eu dei uma incrementada para à área que eu queria trabalhar.

Can you make this LadyBug dots?
LadyBugs Dots....



Numbers + Quantity - Cards and Playdough Activity


For this act I used homemade playdough.


 
Scissors Practice.





Cutting Exercise

domingo, 17 de março de 2013

Welcome Cards

No começo do ano letivo tive a ideia de fazer uns cartõezinhos para dar boas vindas para a turminha!


Algo simples que fiz com sobras de papel... mas que mostra um carinho a mais...  A borboletinha eu fiz com um cortador especial!

Fica a dica.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Como transformar um livro em um projeto.

Daí que você amiga professora não têm nenhuma ideia de por onde começar montar sua aula? E sua escola não oferece nenhum planejamento? (fica a dica para aquelas escolas que do nada 'se transformam' em escola bilíngue). Ou você foi escalada para o 'projeto de férias'... e você tem que montar um plano de aula, um projeto ou ainda um currículo inteiro e não tem a menor ideia de por onde começar?

Teacher Gáby te ajuda....

Hoje vou falar de um solução rápida: Tematizar usando livros infantis! Em inglês óbvio. 

Se você não ainda têm, comece agora sua coleção de livros infantis. Hoje a maioria das grande livrarias tem uma estante com livros em inglês. A partir daí você pode escolher um livro por mês para trabalhar, ou um autor e diferentes livros.

Eu já fiz a semana do Eric Carle - selecionei um livro por dia e cada dia uma atividade relacionada com a história. Uns dos mais famosos livros dele é o The Very Hungry Caterpillar, e sinceramente com esse livro dá para trabalhar umas 15 atividades, se não mais!! É muito pano para manga! No site dele tem muitos resources e um banco de ideias.





Você pode ainda usar os clássicos: Three Little Pigs - Red Riding Hood - The Princess and the Frog - The Gingerbread Man, qualquer um do Dr. Seuss, etc

Ou os novos clássicos The Paper Bag Princess - Where the wild Things Are? - The Napping House - Olivia and Her Adventures - Elephant and Pig stories.

As atividades você pode relacionar com o tema: Que  tal um sanduíche de lobo mau? Ou uma salada de frutas com aquelas comidas pela caterpillar? Você pode sair e procurar wild things no playground, ou criar uma roupa de paper para a Paper Bag Princess... idéias são muitas, apenas use sua imaginação!!

Todos esses são exemplos de livros que podem ser muito trabalhados em sala de aula... existem muitos, muitos outros, mas tudo depende o que se vai trabalhar e do seu gosto, claro. Quanto mais você gostar (e souber) a história, maior será o seu entusiamo e melhor será a sua aula!


Kisses,
Teacher Gáby :)

sábado, 10 de novembro de 2012

Storytelling: a really good tool for teaching and engaging children into learning English.


Que contar histórias é um modo fascinante de engajar as crianças e a manter seu entusiasmo e concentração na sala de aula todos nós sabemos. Mas como conseguir isso ao se deparar com uma geração de pequenos usuários de multimídias, vidrados em Ipad e Ipods e que já nasceram com telas em movimento diante dos olhos?
A concorrência estava acirrada, e me vi perdendo para as telinhas, perdendo para a falta de interesse. Algo deveria mudar.
Meu contexto de pesquisa é o de escola particular bilíngue. Temos 5 horas de imersão em língua Inglesa e cinco dias na semana. Nossa turma consiste de 15 alunos com média de 3 anos e meio a 4 anos completos e, obviamente, todos são de famílias abastadas.
Poucos meses atrás eu havia me deparado com um problema que persistia em nossas aulas; As crianças sempre gostavam do nosso momento “book time”, mas não se mostravam ansiosas ou entusiasmadas com isso. Algumas delas sempre buscavam outras fontes de entretenimento, isto quando, não se mostravam completamente desinteressadas pelo livro e acabavam perturbando a aula e seus colegas.

Havia ainda a dúvida quanto à eficiência do contar histórias e o ensino do idioma, o quanto da língua era de fato absorvida pelas crianças.

Fiz uma pesquisa sobre diferentes técnicas de 'contação' de histórias e fiz alguns testes com a turma. Tentei ver o que eles realmente gostavam e de que forma eu conseguia conquistar melhor sua atenção. Contei a mesma história de modos diferentes e ao final de cada conto, eu lhes perguntava de qual história eles haviam gostado mais.

História com o livro: Escolhi um clássico dos 3 porquinhos. Primeiramente de acordo com a pesquisa feita, incorporei algumas técnicas apresentadas no Storytelling With Children – de AndrewWright: ele diz para usarmos muito as mãos com mímicas, enfatizar palavras chaves e sons importantes. Usei ainda algumas ideias mencionadas por Lenna Glade especialista Canadense em Educação Infantil, algumas dessas ideias eu já havia me deparado em outros workshops, como por exemplo com Jeremy Harmer, também especialista na área de ELT.  Tom de voz, entusiasmo e conhecimento sobre o que está sendo contado são fundamentais para o sucesso da experiência.  É preciso saber muito bem o conteúdo para que a história seja bem contada. Fiz ainda perguntas durante a leitura (ex: Vocês sabem o que aconteceu depois? Ou Advinha o que aconteceu?), para provocar a participação dos pequenos e sempre checando o entendimento linguístico. Todas as palavras mencionadas no texto foram lidas, e não fiz a linguagem mais fácil para que eles pudessem entender melhor. Para que isso fosse possível o livro foi escolhido de acordo com idade dos alunos.
O sucesso foi garantido. Esse livro ainda foi lido outras 3 vezes, e em todas as situações a expressão e entusiasmo foi completamente diferente do eu havia obtido das primeiras vezes.

Histórias contadas através de objetos: Segundo Regina Machado, contadora de histórias, no site da Veja contar histórias é extremamente importante nos dias de hoje porque “vivemos num mundo de muitas coisas, de muita quantidade e pouca qualidade e a história trás uma experiência nova, uma experiência de qualidade (...) somos carentes de experiências humanas”.
Ao pesquisar o tema e lançar minhas dúvidas na internet, me deparei com muitos vídeos, e, dentre eles, o da saudosa Helen Helene do programa infantil Rá-tim-bum. Assistido seus vídeos, onde diversas histórias eram contadas por meio de objetos me veio o desejo de tentar reproduzir algo semelhante em sala de aula. Para ter referencia, usei a mesma história dos 3 porquinhos. Desta vez, usei potes de Yakult para os porcos, um leque para o lobo, canudos, palitos de sorvete e blocos de montar para construir as casinhas. Conforme o desenrolar da história eu ia revelando os materiais. O brilho no olhar, a curiosidade e assimilação foram ainda mais interessantes. A compreensão foi testada, a concentração e o foco foram mantidos por mais tempo e o interesse da turma foi surpreendente. Fiz ainda o teste com contos que eles não conheciam, e com clássicos dos contos de fadas.
Ao final de 3 apresentações dos 3 porquinhos, eu os questionei para saber de que forma eles haviam se interessado mais;
Dos 15 alunos presentes e que passaram pelas duas experiências, 12 preferiram ouvir a história contada com a ajuda dos objetos. Outros 3 ficaram em dúvida, mas afirmaram suas preferências pelo livro;
Ao final dessa experiência pude concluir que uma boa história não apenas enriquece culturalmente, mas linguisticamente. Meu grupo, após ser exposto à contação elaborada e com propósito, teve um enriquecimento de vocabulário, são capazes de reproduzir a história e se lembrarem perfeitamente das sequencia lógica de começo, meio e fim. Tendo em vista o conteúdo linguístico, não há como negar que houve sim um grande desenvolvimento, os trechos mais enfáticos do livro são reproduzidos livremente e com fluência. Nenhuma palavra em português foi usada para elucidar ou traduzir algum vocábulo e ainda assim, todo o contexto foi absorvido.
Concluo então que o momento do Storytelling pode e deve ser mais explorado dentro do curso, seja este, curso regular ou de idiomas. Muito conteúdo pode ser passado e muito além da realidade se pode ir.
Devemos aproveitar que apesar de toda modernidade que nos cerca a infância ainda hoje é cheia de fantasia e mágica.  O desconhecido, o novo e as descobertas são como feitiços e pura magia vistos pelos olhos de uma criança, é nosso dever como educadores usar nossos poderes para transformar momentos tão simples em pura alquimia.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Trabalhando com Projeto no Ensino de Idiomas - CLIL

Não necessariamente você precisa adotar um livro (class book). Eu gosto, acho que dá uma guiada nas nossas atividades e é como rumo, te direcionando durante o ano letivo, mas não é essencial.

Uma boa ideia é adotar projetos.  Entenda projetos por tópicos ou unidades. Você mesmo pode criar tópicos para sua aula/mês/semestre.

No ensino de idiomas temos aqueles básicos:

- Roupas;
- Colors;
- Numbers;
- Family Members;
- Food;
- Etc...

Mas podemos ir além e criar projetos muito mais amplos e com muito mais significado, ex:

- The Seaside;
Neste projeto podemos trabalhar o que é o seaside, os animais marinhos, praias, seasons, the weather, colors, roupas usadas na praia, etc.

- The PicNic;´
É clássico eu sei. Mas é abrangente. Podemos trabalhar a natureza, as comidas, insetos, cores, flores, a primavera.

- Water;
Muito vasto. Vai desde praia, lagos e rios até a poluição e necessidade dela na nossa vida.


Quando se trabalha com projetos se vai além. O vocabulário não fica limitado e muito mais conhecimento é passado. Dá mais trabalho é verdade, mas é mais eficiente e abrangente; Além do que quando se trabalha com crianças ainda não alfabetizadas o livro de sala acaba ficando sem significado. Para os que ainda não sabem ler, o livro é apenas um álbum de figurinha. :)

Jeremy Harmer, estudioso da área já mencionou essa ideia de dar mais significado ao Ensino de Idiomas e usa o termo CLIL (Content and Language Integrated Learning) no blog dele você encontra mais informações a respeito.

 No seu último workshop ele falou sobre isso, e não sei se por ele ou pelo assunto, contagiou todo mundo na platéia! Eu estava lá, lógico, e me encantei com a energia e entusiasmo do cara!!


Tirei uma fotinho, mas tava muito longe.
Os projetos que ele mencionou eram muito maiores, verdadeiramente ricos e com certeza cheio de coisas para passar e aprender...
 Bom virei fã do CLIL e aplicarei com certeza nas minhas aulas. Já fazia antes mas meio que sem guia, sem teorias por trás da aplicação.

Gostei da palestra, gostei da ideia gostei de tudo!

Teacher Gaby :)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dicas para ensinar inglês para crianças;

Quando eu comecei a dar aulas para crianças tive muitas dúvidas. Na faculdade não há muitas aulas de práticas de ensino, e infelizmente não há dicas práticas para o dia a dia de sala de aula.

Baseada na minha experiência, vou listar algumas dicas que poderão facilitar a sua vida:

1- Numero de crianças por sala:
Mais que uma e menos que 10. Quanto mais novas, menor deve ser o grupo. Ex: para crianças de até 5 anos um grupo com 5 kids é melhor. Se forem mais novas, requer mais cuidado. 

2- Atividades
Esse foi meu maior mico. Numa aula de 1 hora, na minha primeira tentativa preparei 5 atividades. Pobre de mim. Crianças tem o tempo de concentração reduzido. Alguns especialistas dizem que é 1 minuto para cada ano de idade; Logo 3 anos, 3 minutos. Em uma hora de aula, quantas atividades você vai precisar preparar?? Faça seus cálculos. Em geral, eu deixava preparada 8 atividades, mas tudo dependia da duração e dificuldade de cada atividade. Fazer um bolo leva mais tempo do que colorir um papel. Brincar com PlayDoh é mais divertido e engaja mais tempo do que cantar Nursery Rhymes.

3- Rotina;
Todo dia, todas as aulas devem começar e acabar da  mesma forma. O conteúdo pode (e deve) ser diferente, mas a apresentação na mesma ordem:. Ex:

( 1 hora à 2 horas de aula)

- Hello Time; (you may use a song)
- Calendar Time; (teach numbers, days of week, months)
- How is the weather?;
- Song time;
- Class subejct; (book, unit or project being developed)
- Activity time;
- Good Bye time;

4- Seja divertida; 
Crianças adoram adultos que não são sérios. Elas amam quando a gente interage e entende o mundo deles. Para tanto, você deve estar a par dos desenhos do momento, objetos de desejo e brinquedos da moda.

5-Aproveite!
O mais gostoso de dar aulas para crianças é que você tem a chance de se divertir também. Os assuntos são leves, eles são engraçadíssimos e a aula é muito mais leve! Sente no chão, cante, brique, corra. Criança não fica sentada na cadeira por muito tempo, então aproveite essa aula para explorar junto com eles.